Traindo o meu marido PDF Imprimir e-mail
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Escrito por casal fig   


Olá, sou uma mulher de 30 anos natural da Figueira da Foz, casada e mãe de um filho com 5 anos. Sou funcionária pública e o meu marido trabalha numa das empresas de pasta de papel da cidade. Encontrei um exemplar do vosso jornal por acaso e passámos a partir dessa altura a ser leitores assíduos do vosso Jornal, e a nossa vida sexual melhorou e de que maneira. Tornou-nos mais liberais em questões de sexo, as histórias dos vossos leitores, principalmente as que metem menagè a três, ou sexo em grupo, põem-me doida de excitação e disse-o ao meu marido. Decidi participar com uma história, que envio para o vosso jornal, passada em Setembro último, a qual passo a relatar. O meu marido ainda em solteiro, trabalhou na Portucel de Setúbal, onde fez um grande amigo, hoje com uma posição de chefia. Aquando do nosso casamento, há seis anos atrás, o meu marido convidou-o e ele esteve presente, na altura estava casado e tinha uma criança. O meu marido entretanto veio trabalhar para a Figueira e deixaram de se ver, falando-se esporadicamente por telemóvel, vindo eu a saber que ele se tinha divorciado.

No mês de Setembro, ele ligou ao meu marido dizendo-lhe que viria na semana seguinte dar uma formação de cinco dias na empresa onde está o meu marido. Este logo lhe ofereceu alojamento em nossa casa, no inicio ele não quis aceitar mas perante a insistência do meu marido, acabou por aceitar. Chegou a um domingo á noite para começar na segunda. Estava bastante charmoso, com os seus 40 anos mas em grande forma, passámos um serão bem agradável e como não poderia deixar de ser com eles a lembrarem os tempos passados em Setúbal. Nos primeiros dois dias os horários deles coincidiram, foram e regressaram juntos, embora o meu marido trabalhe por turnos. No terceiro dia o meu marido passou a entrar às dezasseis horas, saindo á meia-noite, ele continuou a chegar por volta das dezassete, um pouco antes de mim. Nesse dia quando eu cheguei com o meu filho estava ele a tomar banho, e sem querer o meu subconsciente começou a imaginá-lo todo nu. Como seria o seu instrumento, seria grande ou pequeno, grosso ou fino e com isto tudo comecei a sentir-me toda húmida. Para desviar os pensamentos, quando ele terminou fui dar banho ao meu filho e depois preparar o jantar. Jantámos por volta das vinte horas, lavei a louça e arrumei a cozinha, enquanto ele brincava com o meu filho. Quando terminei fui deitar o meu filho e depois ficámos na sala a conversar e ver televisão aguardando a chegada do meu marido. Quando ele chegou, bebemos um digestivo e fomo-nos deitar, seria quase uma e meia da manhã. Na cama dei voltas e voltas para adormecer, com ele sempre no pensamento, inclusive sonhei que estava a ser possuída por ele. Finalmente a manhã e o mesmo horário, com o meu marido a entrar às dezasseis. Tudo se passou como na véspera, quando cheguei ele a tomar banho, e os mesmos pensamentos. Depois de deitar o meu filho e para apagar o fogo que me consumia, fui tomar um duche, tendo-me acariciado e masturbado enquanto a água corria sobre o meu corpo.

Vesti um pijama composto por um top e um calção bem curto e fui ter com ele á sala, via televisão e saboreava um whisky, vestia um robe muito leve, apertado na cintura. Talvez por me ver assim ele ficou um pouco atrapalhado quando me viu, perguntou-me se também queria um whisky e eu aceitei. Após vários whiskies a conversa estava mais solta, estávamos sentados lado a lado, a dado momento as nossas pernas tocaram-se, nem eu nem ele as afastou, ele toca nas minhas com a mão, subindo suavemente do joelho até aos calções, bem curtos que eu vestia, senti um arrepio na espinha, mas nada fiz. O robe dele estava entreaberto, sofri um choque, ele não tinha vestido nada por baixo, e o caralho dele espreitava, já estava bem grande. Pousei a minha mão sobre a perna dele e lentamente aproximei-a do mangalho dele, já ele me abraçava e beijava, agarro aquele rolo de carne que me atormentou naqueles dois dias e sinto-o crescer na minha mão, parecia que nunca mais acabava, deveria ter uns vinte e tal centímetros, estava duro como uma rocha. Ele arrancou o meu top, deixando meus seios livres para serem sugados por aquela boca que queria engolir tudo. Sem nenhum constrangimento, levantou-se abriu o robe e agarrou o pau enorme e enfiou-o na minha boca, fazendo-me chupar tudo. Puxou para baixo o meu calção, atirou-me de costas no sofá, levantou as minhas pernas abertas foi se abaixando, beijando e mordendo as minhas coxas até chegar há minha cona, que pulsava e babava com vontade de levar pau. Lambia e enfiava a língua, fazendo-me tremer... Só parou quando me vim na sua boca. Ele deitou-se no sofá, montei nele, senti o pau dele rasgar-me. Era tão grande e tão grosso que tive que ficar rebolando bem devagar para que coubesse todo na minha cona. Eu rebolava como uma louca, enquanto ele apertava o meu cu, pressionando mais ainda. Gozámos juntos num frenesi delicioso. Era quase meia noite, daí a pouco o meu marido chegaria, limpámo-nos e fomos cada um deitar antes dele chegar. Quando ele chegou e se deitou, perguntou-me porque já estávamos deitados, tive inventar uma desculpa, dizendo que estávamos cansados. Mas não creio que ele tenha acreditado. No dia seguinte os horários de trabalho coincidiam, elo que chegámos quase todos ao mesmo tempo a casa. Após o jantar e o meu filho na cama, ficámos sentados na sala, eu e o meu marido lado a lado enquanto ele ocupava um outro sofá frente a nós. Fomos conversando, bebendo um copo e eu não podia de deixar de reparar no modo guloso do colega do meu marido ansioso por avançar para mim. O meu marido deve ter-se apercebido também, e a conversa começou a derivar para a troca de casais e o sexo em grupo. O tipo disse que já tinha vivido uma situação dessas e resolveu contar, com todos os pormenores que envolveu, isso deixou-me cheia de tesão. Às tantas o meu marido vira-se para mim acaricia-me, beija-me o pescoço e pergunta-me ao ouvido se estava excitada.

Eu olhei-o suavemente disse-lhe que sim. Não pude deixar de reparar no brilho dos seus olhos que deixavam transparecer o desejo que eu tão bem conhecia. Os seus lábios foram naquele momento uma tentação e beijei-o sofregamente. Encaminhei então a minha mão para as suas coxas que acariciei. Este movimento fez-lhe subir o pau que logo estava duro. Ele passou a acariciar-me o interior das coxas, acção que eu facilitei abrindo suavemente as minhas pernas. Neste momento, o nosso anfitrião, que continuava sentado frente a nós, já tinha a visão das minhas coxas abertas e das minhas cuequinhas, o que diga-se deveria ser bastante excitante. Não tardou que déssemos por ele de joelhos junto a nós a acariciar a par do meu marido as minhas coxas enquanto este continuava beijando minha boca, pescoço, orelhas, e tudo quanto era sítio que sabia que me excitava. A mão do nosso anfitrião encontrava-se entre as minhas coxas. Ele afastou ligeiramente a cueca e acariciou a minha greta. Como estava encharcada. Estas massagens e a introdução dos dedos no meu buraco estavam a deixar-me louca. O meu marido desapertou-me o resto da blusa e libertando as minhas belas maminhas. Foi mamando numa e noutra enquanto o nosso amigo se mantinha de volta da minha greta. Tentou tirar-me as cuecas ao que eu facilitei. Tirou-me de seguida a saia e puxou-a bem para a beira do sofá o que me deixou quase deitada, com minha coninha bem exposta e as pernas bem abertas para me entregar. Estava ansiosa bem expressa na maneira como arfava e me mexia, desejando a sua boca na minha greta, daí que com as minhas mãos tenha afastado os seus grandes lábios deixando exposta todo o interior da minha cona, encharcada e vermelha de tesão. Como o nosso amigo tardava em colocar ali sua boca, puxei para lá a cabeça ao que ele não resistiu, começando a mamar sofregamente todo aquele suco, percorrendo a minha greta desde o ânus até ao clítoris, uma vezes com intensidade outras vezes languidamente, ou fixando-se a mamar o clítoris ou a tentar introduzir a sua língua no buraco. Eu estava completamente louca e o meu marido não estava melhor. Ele já se tinha despido mostrando o seu belo caralho bem teso. O nosso amigo permanecia ainda vestido o que não aconteceu por muito tempo. Rapidamente se desfez das calças e das cuecas, a imponência do seu membro, grande e bem grosso como eu já tinha referido. Entretanto, o meu marido pega na máquina fotográfica para guardar os momentos que se iriam seguir. O nosso amigo, depois de acariciar algumas vezes o seu caralho, arregaçando a glande passou-o suavemente na minha greta. Percorrendo-a desde o ânus até ao clítoris. Quando passava no buraco, eu agitava-me com a ansiedade de o sentir dentro de mim. Assim que o senti á entrada atirei a minha cona contra aquela verga que rapidamente desapareceu na totalidade dentro do buraco e debaixo dos meus ais de gozo. Aquele avantajado pedaço de carne entrava e saía e arrastava consigo o muco produzido pela minha tesão.

O meu marido estava surpreendido com a minha prestação. Ele continuava a tirar fotos e a delirar com aquele quadro. Era eu que comandava as operações e que bem o fazia. Primeiro muito devagar, permitindo que a verga percorresse toda a minha cona. Levantava o cu e o membro do nosso amigo deslizava até se ver a sua cabeça. Depois, lentamente, baixava o cu e aquele rolo de carne, húmido e com as veias bem dilatadas, ia desaparecendo dentro de mim. Outras vezes, com ele todo enterrado, esfregava os meus pintelhos nos dele. O nosso amigo gritava de prazer. Aquele ritmo lento estava a parecer-lhe uma tortura. Então agarrava-me pelas ancas e agitava o seu corpo para que o movimento fosse mais rápido. Após alguns momentos naquela luta, o ritmo aumentou assim como os ais de prazer e de volúpia. Novo orgasmo não tardou a acontecer. Uma vez mais, debaixo de ais de “eu não posso mais” “vou-me vir” “fode-me agora” “Dá-me leitinho” atingi-mos os dois um orgasmo intenso. O membro dele permanecia dentro de mim deitando esperma que corria por mim abaixo. Quem ainda não se tinha vindo era o meu marido que permanecia entesado com tudo o que tinha presenciado. A percebi-me disso e disse-me e coloquei-me de quatro sobre a carpete ele ajoelhou-se entre as minhas pernas e introduziu o seu membro. A sensação de foder a minha ratinha alagada de leite de outro era algo que também constava das suas fantasias e era mais uma que ele ia satisfazer.

Com a cona dilatada por um membro bastante mais grosso que o seu e inundada com todo aquele esperma, quase que não sentia o caralho dele no meu interior. Apesar disso e debaixo de toda aquela excitação tive um orgasmo muito intenso. Estávamos arrasados pelo que nos entregámos ao descanso beberricando umas cervejas. No dia seguinte continuámos mas isso já é outra história que contarei brevemente.

 
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