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Faz hoje exactamente um ano que tivemos o nosso primeiro encontro sexual, felizmente o primeiro de muitos. Estivemos juntos dois dias antes e ela disse-me que não seria possível celebrarmos o seu aniversário no dia, por motivos de foro familiar. Quando ela me disse isso, fiquei aborrecido, afinal as surpresas que tinha em mente ficariam a aguardar nova oportunidade e não no dia do seu aniversário. Contudo, ontem ligou-me e perguntou se eu queria estar com ela no seu dia, durante a manhã. É claro que não pensei duas vezes para lhe dizer que sim. É claro que algumas das coisas que tinha em mente já não dariam para concretizar, bem, teriam que ficar para outro dia.
Combinamos então o ponto de encontro e a hora. Logo pela manhã, fui ao seu encontro, levando comigo a sua prenda e um bolo para lhe cantar os parabéns. Depois da recepção, sempre boa, estivemos a pensar até onde iriamos, é claro que a preferência seria irmos para um Motel, contudo, e face ao tempo que teriamos disponível, decidimos ir até Aveiro e apenas dar um passeio mais despreocupado. Iamos já a caminho e perguntei se não preferiria sair para a Torreira, afinal, eram menos uns kilometros, o que equivalia a estarmos mais tempo a namorar. A argumentação não foi difícil, mal eu sabia o nos esperaria. Quando chegamos à torreira, dirigi-me para a beira-mar, estacionei, o tempo estava aprazivel e dicidimos ir dar um passeio pela passadiço, estava um dia de sol, quando no dia anterior se previa chuva. Os Deuses estavam sorrindo. E assim foi, começamos a caminhar abraçadinhos um ao outro, a trocar alguns mimos, quando de repente viramo-nos um para o outro e nosso lábios se tocaram num beijo humido e sofrego. Nesse momento ela mete a coxa entre as minhas pernas, sentido que algo havia aumentado de dimensões e pergunta admirada: - Já, nesse estado? - Claro, que querias, passear com uma mulher linda como tu, e encostada a mim como estás, algo teria que dar sinal. Nessa altura, ela passa para a minha frente virando costas, encostando o seu corpo ao meu, é claro que ter um rabinho encostado ao mastro, é algo que todo o homem adora, e fomos caminhando assim encostados por alguns metros.
É então ela se vira para mim e diz-me que o forno está a aqueçer. Eu respondo-lhe, bem a praia está deserta, as dunas aqui ao lado, mas não estamos devidamente equipados para isso. Na realidade, joguei á defesa, não que me importasse em me encher de areia, mas também já não somos dois catraios para darmos uma queca na praia. Se bem que nunca o tivesse experimentado. Já por várias vezes tinhamos conversado sobre o assunto, em que um dia fariamos amor ao ar livre, mas nunca se tinha proporcionado. Continuamos a caminhar, mas saimos do passadiço e dirigimo-nos pelas dunas, tentando encontrar um local, onde nos sentissemos mais à vontade, e longe de qualquer olhar indiscreto. De repente avistamos um rebaixo nas dunas, bastante acentuado, descemos e vimos que dali ninguem nos via. Escolhemos um local e coloquei meu casaco no chão. Começamo-nos a beijar, nossas mãos a percorrer o corpo um do outro, após um ano de prática sexual bidiária, já não temos segredo entre nós, sabemos exactamente os gostos do outro, mas por incrível que pareça, existe sempre algo que ainda não se experimentou. Bem, continuando. Sentei-me no chão, ela imediatamente e ainda com roupa, sentou-se em cima de mim. Ela estava com um vestido de ganga, bastante curto, mostrando o seu belo par de pernas, o vestido é apertado e realça os seus peitos perfeitos. Não demorou muito até que o roça roça lhe liberta-se os primeiros gemidos, mesmo eu com as calças vestidas, provocava-lhe esse efeito. Minhas mãos estavam depositadas no seu cu, tal como ela gosta, apertando ora suavemente, ora dando umas tapas com carinho, ora maneando as suas ancas. A tesão aumentava.
Já não estavamos preocupados com a possibilidade de sermos vistos, nesse momento não queriamos saber disso. De repente ela vira-se para mim e diz-me. Quero a tua pissa. Eu não me fiz rogado, ela desceu ligeiramente sobre as minhas pernas, de modo a permitir que eu baixa-se as calças, ainda estava a puxar os boxers para baixo e já sentia a sua boca deliciosa maneatando o seu instrumento preferido. Sua boca é divinal, lábios carnudos, lingua de seda, em poucos minutos levou-me à loucura, subindo, descendo, passando a lingua pelas bolas, sugando a ponta, bem, divinal e mesmo eu dizendo para parar, ela continuou provocando o meu primeiro orgasmo. Ela quando se apercebeu que tinha ido longe de mais, ficou ligeiramente aborrecida, pois pensou que depois de descarregar a munição, a arma não se iria recompor tão cedo. Engano dela, após alguns instantes, estava pronto para a guerra, nesse momento, ela descalça uma bota e tira a meia calça de uma das pernas, ficando com a sua vulva à minha inteira disposição. Agora é a minha vez, deitei-a com carinho sobre o meu casaco, e comecei a beija-la, descendo até ás suas coxas, parei nos seus joelhos, ela adora que eu me distrai-a nos seus joelhos, bem na realidade n é nos joelhos, mas sim na cova por trás dos joelhos. Fui subindo devagar, beijando as suas coxas, até tocar-lhe com a lingua na lábios exteriores, ouvindo um gemido alto, comecei a fazer-lhe um minete magistral, arrancando gemido atrás de gemido, até ao orgasmo final. Ainda não refeita, ouço novamente as palavras mágicas novamente, quero a tua piça. Levanta-se e trocamos de posição, ficando eu por baixo, afinal ali na praia, não teriamos muitas possibilidades de escolha.
De imediato sentou-se no meu colo, roçando a minha piça na sua cona humida depois do minete e consequente orgasmo. Colocou-me à porta, entrando bem devagar, apreciando cada centímetro, mal ficamos perfeitamente encaixados, começa o vai-vem, arrancando gemido atrás de gemido. De repente atinge novo orgasmo e relaxa um pouco. Beijamos-nos, abraçamo-nos e voltamo-nos a acariciar, ela voltou a iniciar o vai-vem, e novamente os seus gemidos tornam-se audíveis, aperto-lhe as nádegas, e os seus gemidos aumentam de tom, estabeliza, é então que aproximo um dedo do cu, e começo a bolinar ligeiramente por fora. Nesse instante, seus gemidos que já indiciavam um orgasmos, elevaram-se novamente de tom, mexendo-se freneticamente em cima de mim. Não resisto e introduzo ligeiramente o dedo no seu cu, nesse instante, os gemidos são substituidos por um, sim, repetido por diversas vezes, até culminar num último conjunto de gemidos. Novamente olhamo-nos olhos nos olhos e encostamos nosso corpos, ficando assim por um bom bocado, apreciando o momento.
Levantamo-nos os dois, ela vira-se de costas para mim e baixa-se para apanhar algo do chão, pesno que uma camisola que tinha tirado. A visão do seu cu, ali empinado, foi algo que despertou em mim, novamenta a vontade em a possuir, e encosto-me a ela. Imediatamente, ela levanta-se e coloca a sua cabeça de forma a beijarmo-nos, mantendo o seu cu encostado ao meu orgão, já em posição de combate. Nessa posição, minha mão percorreu seu estómago, descendo ao baixo ventre e finalizando novamente no seu clitóris, maneando o seu cu com o meu corpo e tocando-lhe uma siririca. Ela então inclina-se para a frente, ficando com as suas mãos apoiadas na areia e eu penetro-a novamente, começo a meter devagar, aumentanto o ritmo à medida dos seus gemidos. De repente ouço ela a dizer: - Dá-lhe, dá-lhe. E eu, que sou bem mandado, dei-lhe e dei-lhe e dei-lhe, até que atingimos o orgasmo os dois, praticamente em simultáneo. Depois, ela levantou-se virou-se para mim , disse-me:
- Obrigado pela prenda de aniversário, adorei fazer amor contigo ao ar livre, nunca pensei que fosse tão bom. Vestimo-nos, saimos das dunas em direcção ao mar, e caminhamos abraçados os dois ao longo da praia, apreciando o momento e a paisagem. Chegamos ao carro, demos novamente um beijo apaixonado e entramos. Dirigimo-nos para o nosso ponto de encontro pela manhã. O sorriso que ambos levavamos no rosto dizia tudo.
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